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Com queda de mais de 30% no abate, FrigoCezar demite 15% dos funcionários... com previsão de mais demissões. - O Maior Portal Noticias Capim Grosso e Região

Economia

18/03/2018 às 17h27 - Atualizada em 18/03/2018 às 17h33

Com queda de mais de 30% no abate, FrigoCezar demite 15% dos funcionários... com previsão de mais demissões.

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FONTE: Calmon Notícias

O frigorífico FrigoCezar, localizado às margens da BA-131, no municipio de Miguel Calmon-BA, passa por um momento de dificuldade financeira nos últimos meses. Isso, devido a queda de, aproximadamente, 30% no abate de bovinos. Em função disso, a empresa reduziu 15% do quadro de funcionários. Caso o abate não seja normalizado, mais funcionários poderão entrar na lista de corte. Fato preocupante para nosso município, visto que, contamos com um número reduzido de fontes de emprego.

Enfatizando o contexto, em número, a queda no abate, no último mês, foi de quase 700 bois, fazendo com que a empresa trabalhasse no "vermelho".

O Calmon Notícias esteve, in locus, colhendo informações mais precisas com a diretoria do FrigoCezar para se inteirar da real situação. Para a diretoria, a falta de fiscalização por parte do Estado e dos Municípios, tem sido o fator principal da situação em destaque. "Estamos segurando para não demitir mais gente, mas está difícil", salientou o chefe do setor de vendas,Sr Júnior Falcão.

Analisando o mapa de abate, por município da região, verificamos que municípios com porte para abater até 200 bois/mês, está abatendo entre 5 e 15 (no FrigoCezar). Para a administração do frigorífico, os demais animais estão sendo abatidos clandestinamente, colocando em riscos à saúde humana.

Nossa redação procurou o chefe da Vigilância Sanitária de Miguel Calmon, O Sr. Vitor Accioly, esclareceu que o órgão não tem poderes para efetivar fiscalização,o fato se agrava, em função da ausência do Selo de Inspeção Municipal - (SIM).

Além desses profissionais supracitados, entramos em contato com o Coordenador Regional da ADAB/ Miguel Calmon, Sr. André Rios, destacou que a ADAB tem feito o trabalho de fiscalização, constantemente. Entretanto, ressaltou que o sucesso da fiscalização só será obtida, também, por meio de denúncias oriundas da população. André solicita que todos evitem avisar as pessoas sobre a fiscalização. O mesmo contextualiza a situação: "A gente faz uma barreira na estrada para efetivarmos a ação, mas, infelizmente, pessoas saem avisando. Esse comportamento faz com que as pessoas que estão transpostando de forma irregular os animais abatidos desviem o percurso", explicou o coordenador ao Calmon Noticias.

Vale ressaltar a importância do consumo da carne certificada, visto que muitas doenças podem ser evitadas, como por exemplo, a tuberculose.

Entre o final de 2016 e início de 2017, 08 bois foram identificados com tuberculose e impedidos de serem comercializados em Miguel Calmon e em cidades da micro-região. A doença foi identificada durante o abate no frigorífico.

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